A atualização da NR-1 trouxe para o centro das atenções a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho — como metas abusivas, jornada desorganizada, sobrecarga e situações de assédio.

O que a norma passa a exigir

As empresas precisam identificar, avaliar e tratar esses fatores de forma estruturada, dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) — não é mais suficiente tratar apenas riscos físicos, ergonômicos ou químicos.

O que conta como risco psicossocial

  • Metas de trabalho abusivas ou incompatíveis com a estrutura disponível;
  • Jornadas extensas ou desorganizadas de forma recorrente;
  • Situações de assédio moral não tratadas;
  • Ausência de canais internos para reportar problemas.

Por que isso importa para a empresa

Mais do que cumprir uma exigência formal, organizar essa gestão protege a saúde da equipe e reduz a exposição da empresa a passivos — inclusive trabalhistas, já que situações de adoecimento relacionadas ao trabalho podem gerar responsabilização.

Por onde começar

A orientação jurídica adequada e a documentação correta transformam uma exigência normativa em processo organizado — evitando que a empresa fique exposta por falta de estrutura, sem depender de soluções improvisadas.

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